
"Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus;" Mt. 5.3
O homem que se reconhece vazio é bem aventurado. Não é rico de orgulho, porque reconhece a sua dependência de Deus.
É pobre, cego, miserável e nu, e portanto Deus é tudo para ele. Entende a necessidade que tem de obedecer a Deus, de manter comunhão com Ele, e adorá-lo por tudo que Ele é, e não apenas pelo que Ele faz.
Jesus também ensinou o valor da pobreza de espírito quando a nossa prioridade é buscar o reino de Deus e a sua justiça. Assim, não estaremos nos preocupando com bens materiais pois depositaremos nossa confiança totalmente em Deus. Viveremos como pobres, dependendo uns dos outros, e nos desposando de todo egoísmo e ambição que o amor ao dinheiro nos traz. O pobre de espírito acostumou se a viver com o necessário, e a compartilhar com os demais. O amor ao próximo prevalece, porque vamos olhar para a mesa do nosso próximo e compartilhar o que temos.
É lamentável um pobre com 'espírito de rico'. Alguém assim não consegue se aceitar. Cria muitas dificuldades para si mesmo, enquanto o pobre de espírito aceita seu lugar no plano de Deus, em tudo dá graças e o Senhor o guiará a pastos verdejantes. Jesus, mesmo sendo rico fez se pobre e tirou proveito da vida simples.
Pobre de espírito vai além de condição econômica, é a humildade do coração. Essa pobreza e dependência de Deus, deve ser a condição de toda Igreja.
"... mas o homem para quem olharei é este: o aflito e abatido de espírito e que treme da minha palavra."Isaías 66:2:
Oremos para que nos tornemos pobres de espírito.
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